Ufa que dia, a gente arruma tudo em horas que parecem infinitas pra bagunçar em menos de meia hora, e o baby quanto mais o tempo passa mais esperto, lindo e bagunceiro fica. Meu Little man já alcança a maçaneta da porta, tem uma energia de dar inveja a mãe dele e faz tudo com aquele rostinho traquinas e um sorriso cheio de dentes que encanta por onde passa.
Uma porta já não é um grande obstáculo pro super bebê, ele simplesmente se ajeita na ponta dos pequenos e graciosos pés e gira a maçaneta e sai correndo e me chamando. E o super bebê apesar de não falar tantas coisas compreensíveis na nossa linguagem consegue passar a mensagem de forma sublime. Tem energia infinita e nunca para de correr e explorar.
Ah quando se é mãe você tem momentos maravilhosos e marcantes que se sobressaem a parte estressante e mega agitada. A parte um pouco incômoda do dia foram cólicas menstruais. Passei o dia me aguentando, mas ser mulher é um desafio mesmo. A noite foi dos filmes, comédia pra relaxar um pouco e um filme com o pimpolho, assistimos 101 Dálmatas, a versão de animação de 1961 da Disney. Fechamos com chave de ouro e o super bebê curtiu bastante o filminho. Super recomendo, até porque criança se amarra em cachorro.
A Vida de Uma Mãe Tagarela
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Sem fraldas
Faz um tempinho que o baby passa o dia sem fraldas, ele tem uma pele super sensível e tudo deixa ele assado, empolado e com a pele irritada. Então decidimos que era melhor deixar o bumbum respirar, passamos a diminuir cada vez mais o uso da fralda. Agora ele só dorme de fralda e usa raramente em algumas saídas onde os banheiros não estarão tão acessíveis e não vai rolar nenhum cantinho milagroso pra fazer aquele xixi. O baby aqui usa fralda roupinha da Turma da Mônica do pacote laranja. Acho super prática e recomendo a qualquer mãe. Acho o modelo da Huggies para meninos uma graça mas é um pouco caro para o orçamento aqui, já usamos e é ótima também.
O único desafio é a hora do cocozinho, ele não faz mais na fralda, e não curte muito fazer no vaso, tenho de distrair ele pra ele ficar lá. Ele gosta de fazer no chão do box e depois fica a caquinha toda pra limpar. Pois então acho que vou comprar um troninho pra ver se ele consegue fazer o totô sem tanta neura. Espero que dê certo. Até porque ele já vai fazer dois aninhos e daqui a pouco nem fralda mais vai usar.
O único desafio é a hora do cocozinho, ele não faz mais na fralda, e não curte muito fazer no vaso, tenho de distrair ele pra ele ficar lá. Ele gosta de fazer no chão do box e depois fica a caquinha toda pra limpar. Pois então acho que vou comprar um troninho pra ver se ele consegue fazer o totô sem tanta neura. Espero que dê certo. Até porque ele já vai fazer dois aninhos e daqui a pouco nem fralda mais vai usar.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Muita Peppa, nada de piscina de bolinhas e playground
Dia produtivo pra mim em casa, fiz várias coisas em paz, mas fiquei preocupada com o baby. Ele passou o dia vendo Peppa no tablet, e me bateu aquela culpa de mãe do tipo ele tá passando muito tempo com a família Pig e precisa se divertir de outro jeito.
Eu e o papai Pig da vida real resolvemos no início da semana que levaríamos o nosso pimpolho numa enorme piscina de bolinhas no shopping. Coisa surreal mesmo do tipo de diversão em família, onde os pais podem entrar com os filhos pra se divertir e vigiar os pequenos. Ah quando eu soube disso meus olhos brilharam. Mas ao chegarmos no shopping estava uma muvuca sem fim. Essa programação era gratuita e quando chegamos estava uma fila que dava voltas e mais voltas. Fiquei na fila por desencargo de consciência, o baby merecia esse tempo de diversão e ele ficou super empolgado. Mas alguns minutos depois veio uma moça avisando que a programação do dia já estava acabada e as últimas pessoas já iriam entrar. Tá bom então né. Pensamos ah então amanhã nós podemos vir depois do almoço pra brincar.
Saímos do shopping com o intuito de levar nosso baby pra brincar num playground para crianças pequenas. A idéia foi ótima, lugar tranquilo e sem muvuca, ele brincou e se divertiu e nós lanchamos por lá. Quase na hora de voltar o baby inventa de se debruçar num brinquedo e puf cai de cara numa graminha sintética. Ele não reclamou nem nada mas ficou um vermelhinho no queixo. Mas ficou tudo bem. Ainda bem pelo menos que ele se divertiu. Santa graminha sintética que salvou ele de um tombo pior. Mas hoje realmente comecei a pensar em diminuir um pouco a Peppa e fazer ele brincar mais e gastar energia. Amanhã começo a tentar colocar em prática.
Eu e o papai Pig da vida real resolvemos no início da semana que levaríamos o nosso pimpolho numa enorme piscina de bolinhas no shopping. Coisa surreal mesmo do tipo de diversão em família, onde os pais podem entrar com os filhos pra se divertir e vigiar os pequenos. Ah quando eu soube disso meus olhos brilharam. Mas ao chegarmos no shopping estava uma muvuca sem fim. Essa programação era gratuita e quando chegamos estava uma fila que dava voltas e mais voltas. Fiquei na fila por desencargo de consciência, o baby merecia esse tempo de diversão e ele ficou super empolgado. Mas alguns minutos depois veio uma moça avisando que a programação do dia já estava acabada e as últimas pessoas já iriam entrar. Tá bom então né. Pensamos ah então amanhã nós podemos vir depois do almoço pra brincar.
Saímos do shopping com o intuito de levar nosso baby pra brincar num playground para crianças pequenas. A idéia foi ótima, lugar tranquilo e sem muvuca, ele brincou e se divertiu e nós lanchamos por lá. Quase na hora de voltar o baby inventa de se debruçar num brinquedo e puf cai de cara numa graminha sintética. Ele não reclamou nem nada mas ficou um vermelhinho no queixo. Mas ficou tudo bem. Ainda bem pelo menos que ele se divertiu. Santa graminha sintética que salvou ele de um tombo pior. Mas hoje realmente comecei a pensar em diminuir um pouco a Peppa e fazer ele brincar mais e gastar energia. Amanhã começo a tentar colocar em prática.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Vida de mãe, grana curta e falta de coragem
Ser mãe já é um dilema diário, mas ser mãe lisa e ter de colocar a mão na massa é um nível que só sabe quem vive. Estou realmente decidida a começar a comercializar alguma coisa, uma grana extra nessa crise cairia muito bem. Estou com uma idéia de vender bolos e doces para ajudar nas despesas familiares, não sou uma chef renomada, mas sei fazer doces e modéstia a parte tenho a mão para doces.
O problema não é começar um negócio, é saber como começar sem meter os pés pelas mãos. Mas afinal por onde raios eu devo começar? Estou pesquisando preços e o mercado, não posso começar com os preços lá em cima, ainda mais com a crise, tá todo mundo sendo afetado e ninguém vai querer gastar muito. Vou começar a fazer os doces e fotografar, fazer degustação de doces com pessoas conhecidas e começar a divulgar no boca a boca, se não der certo tento outra coisa, o importante é começar.
Minha preocupação é apenas do pequeno baby se injuriar por perder a total atenção da mamãe desempregada e começar a se lamuriar. Afinal criança de "quase" dois anos requer uma enorme atenção. As vezes arrumar a casa se torna o maior desafio de um dia, imagina se eu me ocupar de outros afazeres. Mas faz parte, cada preocupação a seu tempo. Se tudo der certo ele vai é ajudar a mamãe a ajudar com renda extra. Oremos então.
o maior obstáculo somos nós mesmos quem colocamos, a falta de coragem pra concretizar uma idéia é o que nos bloqueia, ainda assim resolvi encarar o desafio e partir pro ataque e ver no que dá.
O problema não é começar um negócio, é saber como começar sem meter os pés pelas mãos. Mas afinal por onde raios eu devo começar? Estou pesquisando preços e o mercado, não posso começar com os preços lá em cima, ainda mais com a crise, tá todo mundo sendo afetado e ninguém vai querer gastar muito. Vou começar a fazer os doces e fotografar, fazer degustação de doces com pessoas conhecidas e começar a divulgar no boca a boca, se não der certo tento outra coisa, o importante é começar.
Minha preocupação é apenas do pequeno baby se injuriar por perder a total atenção da mamãe desempregada e começar a se lamuriar. Afinal criança de "quase" dois anos requer uma enorme atenção. As vezes arrumar a casa se torna o maior desafio de um dia, imagina se eu me ocupar de outros afazeres. Mas faz parte, cada preocupação a seu tempo. Se tudo der certo ele vai é ajudar a mamãe a ajudar com renda extra. Oremos então.
o maior obstáculo somos nós mesmos quem colocamos, a falta de coragem pra concretizar uma idéia é o que nos bloqueia, ainda assim resolvi encarar o desafio e partir pro ataque e ver no que dá.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
Criança que morde
Gente depois de muito ensaiar resolvi fazer um blog, afinal sou uma criatura cheia de dúvidas e porquês, acho também que informação deve ser compartilhada, então eis que estou aqui. Sou mãe de um pimpolho bem saudável e ativo graças ao bom Pai, mas cheguei na fase das mordidas. O meu garoto é o Antônio Carlos, chamamos ele de Toca, ganhou o apelido antes mesmo de nascer e acabou pegando. O Toca já está com 1 ano e 4 meses, cheio de dentinhos, e mordendo vez ou outra. Me morde de vez em quando, mas a minha maior preocupação são as crianças, ele morde os coleguinhas. Ele tinha oito dentinhos, mas estão nascendo mais dois, e já tem mais dois pra rasgar a gengiva. E nesses últimos 10 dias ele tem mordido bastante, as vezes ele abraça minhas pernas e de repente me surpreende com uma mordida repentina. Essa semana ele mordeu a priminha de 3 anos enquanto brincavam, e eu naturalmente fiquei envergonhada com o ocorrido, daí resolvi ir atrás de informações sobre o caso.
Crianças que mordem são bem comuns por aí, li no site Bolsa de Mulher algumas coisas bem interessantes a respeito. Muitas vezes as crianças querem expressar algo, já que nessa idade o vocabulário é bem escasso, outras vezes querem chamar atenção, ou simplesmente testar os dentes. Acho que no caso do meu garotão ele tá testando os dentinhos ou chamando atenção. E o que devemos fazer quando a criança morde? Devemos demonstrar desaprovação e falar um não calmo mas firme, eu sei que é complicado manter a calma quando nossos filhos aprontam, mas faço um enorme esforço pra manter meu tom de voz uniforme e não gritar aquele super não Antônio Carlos! Mas até agora percebi que as coisas com ele estão controladas dentro do possível, devo me manter atenta se as mordidas persistirem e se prolongarem até depois dos 3 ou 4 anos. Para quem interessar acesse o link para ler a matéria na íntegra. http://www.bolsademulher.com/bebe/8228/crianca-que-morde-o-que-fazer
Crianças que mordem são bem comuns por aí, li no site Bolsa de Mulher algumas coisas bem interessantes a respeito. Muitas vezes as crianças querem expressar algo, já que nessa idade o vocabulário é bem escasso, outras vezes querem chamar atenção, ou simplesmente testar os dentes. Acho que no caso do meu garotão ele tá testando os dentinhos ou chamando atenção. E o que devemos fazer quando a criança morde? Devemos demonstrar desaprovação e falar um não calmo mas firme, eu sei que é complicado manter a calma quando nossos filhos aprontam, mas faço um enorme esforço pra manter meu tom de voz uniforme e não gritar aquele super não Antônio Carlos! Mas até agora percebi que as coisas com ele estão controladas dentro do possível, devo me manter atenta se as mordidas persistirem e se prolongarem até depois dos 3 ou 4 anos. Para quem interessar acesse o link para ler a matéria na íntegra. http://www.bolsademulher.com/bebe/8228/crianca-que-morde-o-que-fazer
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